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Arquivos do autor: Ana Beatriz Bartolo

Cerca de 30% dos londrinos planejam investir em criptomoedas, segundo levantamento feito pela Atomik em nome da Rathbone Investment Management. A pesquisa foi feita com 1.503 adultos em todo o Reino Unido. Essa porcentagem da capital é mais do que o dobro da média nacional de 13%. O diretor de investimentos da Rathbone IM, Robert Hughes-Penney, atribuiu essa taxa ao aumento da conscientização pública e à alta de 2017. “Retornos lucrativos feitos pelos primeiros adeptos do bitcoin e outras criptomoedas foram amplamente divulgados. Esses primeiros investidores foram seguidos por outros que buscam ganhos semelhantes”, disse. A pesquisa descobriu que 37% dos adultos com menos de 35 anos estavam interessados ​​em investir em ativos  digitais, enquanto apenas 4% das pessoas com mais de 45 anos considerariam essa possibilidade. Porém, mesmo com essa popularidade em Londres, a maioria das pessoas economizavam em investimentos tradicionais, como poupanças e ações. Também foi constatado que…

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O fundador do ConsenSys e co-criador do Ethereum, Joseph Lubin, alegou que as criptomoedas são uma “evolução natural” das moedas fiat. A declaração foi feita ao comentar sobre as “ondas iguais de fascinação e ceticismo” com relação às moedas digitais. Ele afirma que a sociedade sempre teve receios sobre novos conceitos de dinheiro. De fato, ele destaca que a Europa demorou até os anos 1600 para aceitar o dinheiro representativo e que também levou um certo tempo para as transferências digitais se popularizassem. “Criptomoeda é, em muitos aspectos, uma evolução natural dos sistemas representacionais anteriores, embora seja um que favoreça a verdade sobre o poder sancionado pelo Estado”, disse Lubin. Ele caracterizou as moedas digitais como a “versão do século XXI do papel-moeda frágil”. Ele também ressaltou o seu caráter descentralizado e aberto como um contraste em relação aos “sistemas de propriedade administrados pelo governo (e os veículos financeiros que o seguiram)”. Lubin…

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A blockchain para pagamentos lançada pelo JP Morgan começará a ser usada por mais 75 bancos ao redor do mundo. Isso promoverá liquidações interbancárias mais rápidas e contínuas. O Interbank information Network foi lançado em Outubro de 2017, como um modelo teste. O objetivo era minimizar as etapas normalmente utilizadas em transações mundiais. O projeto foi desenvolvido com Quórum, a blockchain privada baseada na Ethereun, pelo JP Morgan em parceria com o desenvolvedor EthLab. A ideia também é apoiada pelo Royal Bank of Canada e pelo Australia and New Zealand Banking Group (ANZ). Agora, a proposta é estudar a viabilidade de um livro-razão comum aos bancos participantes. Assim, os pagamentos internacionais seriam feitos de forma instantânea pela blockchain. Além disso, seria possível resover conflitos em um curto espaço de tempo. Inicialmente, isso usado para o setor industrial, onde as fintchs ainda não estão atuando com a mesma força que no…

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O Grupo XP, dono da XP Investimentos SA, está lançando uma exchange de Bitcoin e Ethereum. A XDEX deve começar a funcionar nos próximos meses e seus 40 funcionários serão dirigidos por Thiago Maffra. “Devo confessar que este é um tema que eu preferia não existir, mas sim”, disse Guilherme Benchimol, presidente-executivo da XP. “Sentimo-nos obrigados a começar a avançar neste mercado”. No país, cerca de 3 milhões de pessoas possuem bitcoins, enquanto apenas 600 mil possuem ações na Bolsa de Valores. O XP pretende ter R$ 1 trilhão sob custódia até 2020. Ela também lançará um banco nos próximos meses, disse Benchimol. Na semana passada, os reguladores brasileiros divulgaram um conjunto de regras que permitem que fundos invistam em ativos de criptografia no exterior, com algumas limitações. No passado, o chefe do banco central do Brasil, Ilan Goldfajn, comparou as criptomoedas a um esquema Ponzi e uma bolha. Com informações da Bloomberg.

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